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Prefeitura Municipal de Planalto

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Planalto no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Fonte: ASCOM
17/10/2018 às 21h22

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Na última sexta-feira (05), a Secretaria de Educação, Esporte e Cultura, juntamente com a Secretaria de Saúde e Assistência Social realizaram no Centro de Convivência (antigo Animathê), a primeira palestra do projeto idealizado por estas Secretarias para combater ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

O evento contou com a participação dos seguintes palestrantes: Dra. Gabriela de Diego Garrido – Delegada de Polícia Civil, Dra. Ana Lúcia Castilhano de Araújo – Coordenadora do Curso de Psicologia da UESB e Dr. Nivaldo Vieira de Santana – Professor de Políticas Educacionais também da UESB.

O Prefeito Edilson Duarte, a Vice-Prefeita, Elizabel Costa, a Secretária de Assiatência Social, Rosineide Macêdo, o Coordenador de Cultura, Nilson José, a Coordenadora da Atenção Básica, Alane e a Secretaria de Educação, Adriana Brito também fizeram parte deste evento, além dos professores, coordenadores e diretores escolares que foram convidados para partilhar deste assunto que tem provocado inúmeras discussões ultimamente.

A primeira palestra deste projeto discutiu “A infânica e juventude e os desafios da atualidade: trabalhando com a Rede”. temática que serviu para que os participantes ouvissem casos reais e tivessem orientações sobre como enfrentar os problemas e como agir quando suspeitarem que alguém esteja praticando ou sofrendo abuso ou exploração sexual.

De acordo com os dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem no Brasil, por ano, cerca de 100 mil casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Mas, menos de 20% desses casos chegam ao conhecimento das pessoas encarregadas de tomar as devidas providências.

“Denunciar é o primeiro e decisivo passo, sem ele, nada pode ser feito. A denuncia é a notificação e esta permite a elucidação de um crime e a responsabilização de seu autor, bem como a defesa e a proteção das pessoas envolvidas na situação, principalmente a criança vítima. Isso implica em pessoas expostas a correrem riscos e a contribuir para o desmonte desses pactos de silêncio que alimentam a impunidade e criam um círculo vicioso, exponso a vítima a continuar a ser abusada por um tempo indefinido” , trecho do Relatório final do Comitê Nacional de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.

Durante todo o mês de maio esta temática será trabalhada tanto nas escolas, quanto na área da saúde e da assistência social, a fim de pensar sobre as possibilidades para combater este problema tão recorrente.