2034

Prefeitura Municipal de Planalto

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Programas, Projetos, Ações e Obras

Nesta seção o cidadão encontra à implementação, acompanhamento e resultados dos programas, projetos, ações e obras dos órgãos e entidades públicas, bem como metas e indicadores propostos

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Foram encontrados 7 resultados para a pesquisa.

PROERD - Programa Educacional de Resistência às Dr

Número: 3

Responsável: Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Cultura

Descrição: O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem como base o DARE. (Drug Abuse Resistance Education), e foi criado pela Professora Rutty Hellen em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, Estados Unidos, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos 50 estados americanos, e em 58 países. No Brasil ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, sendo que desde 2002 se encontra em todos os Estados brasileiros.

Metas: 1. Fornecimento de informações aos estudantes sobre álcool, tabaco e drogas afins; 2. Ensinar os estudantes, as formas de dizer não às drogas; 3. Ensinar os estudantes a tomar decisões e as consequências de seus comportamentos; 4. Trabalhar a autoestima das crianças, ensinando-as a resistir às pressões que as envolvem.

Resultados: O objetivo do Programa é prevenir a violência e o uso e abuso de drogas, através da orientação e conscientização dos efeitos provocados pela dependência de substâncias químicas, sejam elas lícitas ou ilícitas. O intuito é encorajar as crianças, em idade escolar, a ampliar suas alternativas positivas para evitarem o uso de drogas e a prática da violência, o programa oferece também estratégias para desenvolvimento da competência social, noções de cidadania, habilidades de comunicação, autoestima, tomada de decisões, resolução de conflitos e objetivo de vida. São 10 lições, de 45 (quarenta e cinco) a 60 (sessenta) minutos, a serem ministradas, obrigatoriamente, pelo Policial Militar fardado, nas Escolas Municipais, do Ensino Fundamental, sendo cada aula aplicada 01 (uma) vez por semana, durante o trimestre letivo. Hoje no nosso município já são atendidas as seguintes escolas: E.M. Vitório Ribeiro Padre, E. M. Nilton Ferreira dos Santos, E. M. Davina Lins de Albuquerque, E. M. Antônio Carlos Magalhães e E. M. Baldoíno Silva Pimentel. O resultado esperado do PROERD é beneficiar o maior número de crianças da rede de ensino para que tenham conhecimentos e habilidades para resistirem ao uso de drogas e ao envolvimento com a violência. Ainda junto ao PROERD a SMEC tem como política em parceria com as polícias civil e Militar a Ronda Escolar e o Programa Escolas Protegidas.

PMALFA – PROGRAMA MAIS ALFABETIZAÇÃO

Número: 4

Responsável: Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Cultura

Descrição: O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União a portaria nº 4/2018, que institui o Programa Mais Alfabetização. Entre as principais ações estão a garantia do assistente de alfabetização ao professor em sala. No Mais Alfabetização, todo professor regente contará com o apoio de um assistente de alfabetização para o desenvolvimento de atividades pedagógicas. Haverá apoio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), com recursos específicos para a contratação desses assistentes e para a realização de atividades voltadas para as turmas de primeiro e segundo anos do ensino fundamental. Tudo é feito de acordo com a organização de cada escola, que segue a orientação da secretaria de educação e o seu próprio projeto político pedagógico. O apoio também se dá por meio do fortalecimento da gestão das secretarias de educação e escolas, da formação inicial e continuada. O foco está na prática para professores e alunos, realizado em regime de colaboração e privilegiando o protagonismo das redes. No Programa Mais Alfabetização as escolas e redes fazem ainda avaliações periódicas para acompanhar a aprendizagem das crianças e dar suporte ao replanejamento do trabalho desenvolvido pelas escolas considerando os resultados obtidos com o programa.

Metas: O objetivo é fortalecer e apoiar as escolas no processo de alfabetização dos estudantes de todas as turmas do primeiro e segundo anos do ensino fundamental.

Resultados: O PMALFA foi implantado no final do primeiro trimestre e de forma efetiva nas escolas no início do segundo trimestre, portanto os resultados ainda estão sendo observados, mas o esperado ao finalizar o programa no fim do segundo ano do fundamental I é reverter o quadro de estagnação nos índices de leitura, escrita e matemática dos alunos da rede pública. Já neste momento, observa-se um avanço nesse objetivo através dos relatos dos professores e dos assistentes de alfabetização presentes nas escolas onde o programa se desenvolve. “Qualquer melhoria na educação começa a partir de boas políticas públicas, e esses profissionais fazem com que isso aconteça”, avalia uma das professoras que trabalha com o programa. A formação presencial direcionada aos professores e assistentes de alfabetização que atuam no programa, ressalta a mesma, conta pontos. “Após nossos encontros pedagógicos, eles dizem que voltam para a sala de aula revitalizados e que precisam de mais trocas de experiência e novos conhecimentos”, diz. “Ser professor não é uma profissão, é uma missão de fazer da sala de aula um espaço de transformação de vidas.” Todas as unidades de ensino que participam do PMALFA são contempladas com acompanhamento pedagógico e visitas técnicas. “Registramos o avanço dos alunos na leitura, escrita e cálculo, em função da presença do assistente em sala de aula”, conta a professora. “Eles tomam a leitura dos estudantes e elaboram atividades a partir das matrizes de referência, com a construção de jogos educativos e outras atividades que dão celeridade ao processo de letramento das crianças.”

Núcleo de Atendimento Psicopedagógico e Psicológic

Número: 6

Responsável: Maria Edna Martinelli

Descrição: O Núcleo de Atendimento Psicológico e Psicopedagógico - NAPP consiste numa iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, voltado para os atendimentos psicopedagógicos e psicológico da rede Municipal de Ensino. O NAPP visa garantir o que prevê a resolução CNE/CEB nº 4/2009, Art. 1º: “os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento educacional especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos”. A implementação do NAPP visa garantir o planejamento e a operacionalização de ações, num prazo de 04 anos, voltados para a Educação Inclusiva e o atendimento psicológico e psicopedagógico das escolas da zona urbana e rural do município. Para tanto, deverá ser feito um levantamento sobre a realidade das escolas, correspondente principalmente aos alunos com necessidade educacionais especiais e um possível diagnóstico das principais demandas de cada instituição, para assim desenvolver um plano de ações e metas voltadas para atender aos encaminhamentos feitos para este núcleo.

Metas: 1. Atendimento aos alunos ? Aconselhamento e orientação psicológica e psicopedagógica em situações de dúvida, conflitos ou dificuldades relacionados ao contexto escolar e o processo de ensino e aprendizagem; ? Mediação de conflitos nas relações interpessoais (professor x aluno/aluno x aluno); ? Intervenções individuais ou em grupo (oficinas e palestras), abordando questões e necessidades específicas a realidade de cada escola; ? Avaliação e intervenção psicológica e psicopedagógica. ? Devolutiva e possíveis encaminhamentos do caso. 2. Atendimento às famílias ? Orientação de pais (palestras, oficinas, reuniões); ? Mediação de conflitos entre a família e a escola. 3. Atendimento aos professores ? Intervenção em situações de conflito nas relações interpessoais (professor x aluno / professor x família / professor x professor); ? Devolutiva sobre as possíveis intervenções e encaminhamentos dos casos. - Estabelecer parcerias com as secretarias de saúde, segurança pública, ação social e os órgãos (CREAS, CRAS e CAPS) municipais, caso o NAPP não tenha todos os especialistas na equipe multidisciplinar.

Resultados: As atividades desenvolvidas pela equipe do NAPP consistiram em elaboração da proposta de trabalho do Núcleo, atendimento psicopedagógico, psicológico, atendimento educacional especializado, atendimento de ocorrências relacionadas a indisciplina, dificuldades de aprendizagem, orientação de pais e professores, psicoterapia breve com professores, devolutivas a professores e a direção das escolas, visita à escolas do campo e da sede do município, planejamento de atividades para alunos com deficiência, palestras nas escolas, encaminhamentos para a rede intersetorial – Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência (CREAS), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), Conselho Tutelar, Secretaria Municipal de Saúde, Unidades de Saúde da Família, Secretaria de Transportes e reuniões com a rede intersetorial, todas essas atividades tem como resultado a recuperação de alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, diferentes transtornos, inclusão desses alunos no ambiente escolar.

Projeto de Inclusão e Ação Educativa - INCLAE

Número: 7

Responsável: Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Cultura

Descrição: O projeto de Inclusão e Ação Educativa – INCLAE foi implantado em 2018, com a finalidade de prestar apoio à inclusão de crianças e adolescentes com deficiência na rede regular de ensino das escolas públicas municipais. No segundo semestre desse ano foram atendidos 62 alunos, em escolas da sede e zona rural. As ações aqui desenvolvidas são definidas a partir das potencialidades apresentadas pelos educandos, diante do tipo de deficiência ou conduta típica apresentada. Os objetivos do trabalho são fundamentados na avaliação pedagógica com vistas a promover o desenvolvimento de competências e habilidades próprias, necessárias ao processo de educação escolar, a fim de garantir os direitos de todos a educação. Outro aspecto positivo desse projeto é o fator de intersetorialidade entre a Secretaria de Educação, Esporte e Cultura – SMEC, a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Desenvolvimento Social, que possibilitou, ainda que de forma incipiente, a ampliação desse atendimento.

Metas: 1. Aplicação do Ensino colaborativo, que consiste na avaliação pedagógica especializada do educando. 2. Acompanhamento in loco, na análise de relatórios descritivos dos professores sobre o processo de aprendizagem. 3. Formação dos profissionais envolvidos no processo de aprendizagem dos alunos. 4. Elaboração e aplicação de planos de ações pedagógicas e recursos pedagógicos adaptados.

Resultados: O projeto está sendo implementado, logo o que temos são perspectivas de resultados positivos no atendimento a esses alunos que estão sendo assistidos pelo programa, de forma que eles sintam-se incluídos no processo de ensino-aprendizagem e se sintam bem acolhidos no ambiente escolar.

Acelera – Programa de Correção do Fluxo Escolar

Número: 8

Responsável: Coordenação Pedagógica sob a o encargo de Josineide da Conceição Amaral Ferreira e Alba Lisboa.

Descrição: Brasil, um aluno leva, em média, 12 anos para concluir as oito séries do Ensino Fundamental, o que significa quatro repetências em média por aluno. Entre 10% e 35% dos alunos das quatro primeiras séries das escolas públicas brasileiras permanecem analfabetos após três anos de escolaridade. Esse analfabetismo, fruto da falta de um ensino adequado dentro da escola, dá origem à defasagem escolar. O Brasil desperdiça por ano, com o abandono e a repetência, cerca de seis bilhões de reais, o que representa quase 40% do total dos gastos com o Ensino Fundamental. Assim, é imprescindível estabelecer uma política de resultados que deve tornar-se responsabilidade de cada escola, substituindo a Pedagogia da Repetência por uma Pedagogia do Sucesso. A defasagem escolar reflete o problema número um da educação brasileira: baixa qualidade do ensino, expressa nos altos índices de reprovação e abandono escolar, além dos baixos níveis de aprendizagem. O elevado custo para manter os cerca de 12 milhões a mais de alunos defasados no Ensino Fundamental inviabiliza qualquer possibilidade de ampliação de recursos para a educação. Como nos demais municípios brasileiros, Planalto apresenta um alto índice de estudantes com defasagem escolar. Aproximadamente 20% do total de alunos matriculados na Rede Municipal de Ensino estavam defasados, isto é, estão atrasados em relação ao que seria um fluxo escolar normal. Assim, corrigir o fluxo escolar é pré-requisito para qualquer projeto de reforma e melhoria da qualidade da educação. Seguindo as orientações do PNE (Plano Nacional de Educação) e do PME (Plano Municipal de Educação) em sua Meta 7, a Secretaria de Educação, Esporte e Cultura – SMEC, criou o programa Acelera – Programa de Correção do Fluxo Escolar.

Metas: Corrigir a defasagem idade/série dos alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino através de programa de aceleração dos estudos.

Resultados: Ao finalizar o ano letivo de 2017 e entrada dos alunos que passaram pelo programa e se matricularam em 2018 no Ensino Fundamental II, foi observado que estes mesmos obtiveram sucesso nessa nova etapa, mostrando assim que o Programa de Aceleração ajudou-os a seguir os estudos sem perdas de aprendizagem, também já contamos com um número menor de turmas de aceleração, mostrando assim que estamos conseguindo alcançar a Meta 7 do PNE/PME



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